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Introdução a célula única e transcriptômica espacial ​

A scRNA-seq perfila milhares de células individuais; dados espaciais preservam contexto tecidual — cruciais para heterogeneidade tumoral e infiltrado imune.

Escopo educacional

Clustering, anotação e localização não provam identidade, linhagem, interação ou causalidade. As conclusões dependem da tecnologia, amostragem, QC, referências e validação ortogonal.

Célula única — conceitos ​

  • Matriz de expressão (células × genes), QC, normalização
  • Clustering, anotação de tipos celulares, trajetórias (pseudotempo)
  • CNV inferida em células tumorais, clones

Espacial ​

  • Visium, MERFISH, CosMx, etc. — coordenadas + expressão
  • Perguntas: nichos, interação tumor-imune, gradientes

Desafios ​

  • Doublets, RNA ambiente, baixa complexidade, estresse de dissociação e perda seletiva de tipos celulares
  • Batch, escolha de referência, sobrecorreção e estabilidade de clusters
  • Esparsidade, incerteza de anotação e interpretação causal vs. descritiva
  • Em espacial por imagem: sensibilidade, faixa dinâmica, sinal-ruído, falso positivo, segmentação celular e reprodutibilidade entre sítios

Fontes: [1], [2].

Ver também ​

Referências ​

  1. Heumos L, et al. Best practices for single-cell analysis across modalities. Nature Reviews Genetics. 2023;24:550–572. PMID 37002403. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37002403/
  2. Plummer JT, Dezem FS, Cook DP, et al. Standardized metrics for assessment and reproducibility of imaging-based spatial transcriptomics datasets. Nature Biotechnology. 2026. PMID 41339526. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41339526/

Versão inicial pública. Conteúdo evolui com revisão contínua. Dúvidas: [email protected] · CC BY 4.0 quando aplicável.